Os servidores da Educação de Cuiabá recusaram a contraproposta da Prefeitura de Cuiabá e decidiram permanecer em greve.

A paralisação teve início nesta segunda-feira (1º). Os trabalhadores reivindicam 4% de ganho real nos salários, além da Revisão Geral Anual. Eles ainda exigem melhoria na infraestrutura, realização de concurso público, progressão de carreira e o reajuste no pagamento da hora atividade.

A proposta apresentada pelo secretário de Educação Alex Vieira foi de 2,5%, sendo 1% pago em dezembro e 1,5% em janeiro de 2019, no entanto a categoria negou o acordo.

“A nova proposta foi rejeitada, por unanimidade, pelos presentes”, consta em nota do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintep) de Cuiabá encaminha nesta quarta-feira (3) à imprensa.

A proposta rejeitada pelo Sintep foi encaminhada pela prefeitura ainda no dia 28 de setembro.

A Prefeitura já aplicou 3,53% relativo a Revisão Geral Anual (RGA) e na proposta diz que o executivo dará mais  2,5% à titulo de ganho real, a ser aplicado a toda a categoria.

Em resposta, a Prefeitura disse que o RGA já foi pago em julho aos servidores, porém caso seja dado um aumento real maior que o proposto, “pode comprometer os pagamentos dos salários em dia”.

Recentemente, o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que esta aberto ao diálogo.

“Compreendemos os anseios dos servidores da Educação e continuamos prontos para o diálogo, tendo sempre em mente as responsabilidades que temos com a população e as limitações fiscais dos gestores”, destacou.